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Pioneiro em Nova Mutum, falece aos 77 anos, Vitelio Costa Beber

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Pioneiro em Nova Mutum, falece aos 77 anos, Vitelio Costa Beber

O produtor Vitelio Costa Beber, chegou com os irmãos em Mato Grosso. Ele deixa filhos e esposa

16/05/2022

Nova Mutum perdeu na manhã desta segunda-feira (16/05), um dos pioneiros do município, Vitelio Costa Beber, por decorrência de pneumonia.

Nascido na pequena cidade de Pejuçara na região noroeste do Rio Grande do Sul, Vitelio chegou em Nova Mutum, junto com seus irmãos, em 1980, quando o município Mato-Grossense tinha apenas um ano de fundação.

Referência em produção de soja e milho no estado, Vitelio criou quatro filhos. Cristiano Costa Beber, Cristiane Costa Beber, Adriano Costa Beber (in memoriam) e Lucas Luís Costa Beber, atual Vice-Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT).

“Meu pai foi guerreiro, passou por várias lutas nos últimos dois anos, dessa vez teve uma pneumonia forte, devido outras comorbidades e não resistiu”, explica Lucas Costa Beber.

A diretoria e os colaboradores da Aprosoja-MT, se solidarizam com a dor dos familiares, amigos e se unem em oração pedindo para que Deus conforte a todos.

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“Perdemos uma pessoa muito especial, Vitelio é um pioneiro em Nova Mutum e com muita dedicação criou sua família. Nós da Aprosoja Mato Grosso nos solidarizamos com a família Costa Beber”, lamenta o Presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore

O velório acontece na cidade natal, em Pejuçara-RS e o sepultamento acontecerá em Mato Grosso.

Na imagem, Vitelio Costa Beber com os netos.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

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No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

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Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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